Categoria: Economia



Venda de imóveis cresce em São Paulo

Segundo pesquisa do Secovi-SP (Sindicato da Habitação), São Paulo teve alta de 9,6% na venda de imóveis novos. No acumulado, a cidade comercializou 7.888 unidades. O número de lançamentos também foi maior, cerca de 10,3% em relação ao 1º semestre de 2016.

Atualmente, o estoque de imóveis à venda na planta, em construção e prontos é de 21.043, aproximadamente 14,5% a menos que no mesmo período que o ano anterior. O sindicato projeta ainda que haja um crescimento de 10% até o final do ano.

O barateamento dos empréstimos para compra de imóveis, por causa dos cortes na Selic, é um dos principais motivos que estão estimulando o mercado imobiliário. Para a instituição, o resultado foi positivo e indica a recuperação da economia. Mas ainda são necessárias algumas mudanças no Plano Diretor para motivar os empreendedores a projetar novos imóveis.

Imóvel de até R$950 mil poderá ser comprado com FGTS

O limite aumentará de R$750 mil para R$950 mil em SP, RJ, MG e DF

Nos demais estados o preço máximo para usar o FGTS será de R$ 800 mil

Ontem (24/11), o Conselho Monetário Nacional (CMN) decidiu elevar o valor do imóvel que poderá ser comprado com o Fundo de Garantia de Tempo de Serviço (FGTS), além do valor da casa própria que poderá ser financiada pelas regras do Sistema Financeiro de Habitação (SFH), modalidade em que os juros são mais baixos.

Segundo o Banco Central, o limite será maior em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Distrito Federal, porque nessas cidades os custos são maiores, em relação ao restante do país. Esses limites não eram alterados desde setembro de 2013.

O BC informou ainda informou que, para os imóveis financiamentos dentro das regras do SFH, o limite não deverá ultrapassar os 80% do valor de avaliação do imóvel. Porém, se o financiamento prever a utilização do Sistema de Amortização Constante (SAC), o limite poderá atingir até 90%.

Juros

As operações do Sistema Financeiro de Habitação (SFH) possuem os juros mais baixos, limitados atualmente a 12% ao ano. Quando o preço dos imóveis é maior do que o teto, valem as regras do Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI). Nesse caso, os juros são de livre negociação entre os bancos e os clientes.

Recursos da poupança

Os bancos empregam recursos da poupança para financiar imóveis que se enquadram nas regras do Sistema Financeiro Habitacional (SFH). Segundo dados da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), o volume de crédito para a aquisição de imóveis caiu 45,8% de janeiro a setembro de 2016, em relação a 2015, para R$33,6 bilhões.

Amortização negativa

Segundo Silvia Marques, do Banco Central, a partir de agora está vedada a chamada “amortização negativa”, ou seja, a amortização do saldo devedor terá de ser feita mensalmente – e não apenas o pagamento de juros, o que pode resultar em aumento do valor das parcelas.

“O objetivo é que tenha critério prudente, que vai ter saldo devedor caindo ao longo do tempo”, declarou. Ainda de acordo com Marques, o sistema “price” vai ser mais afetado por essa medida. O Banco Central informou que os contratos não podem admitir qualquer aumento do saldo devedor ao longo do financiamento, e que as operações aprovadas até 31 de janeiro de 2017 poderão ser finalizadas até 31 de março com observância das condições do SFH anteriormente vigentes.

Ferramenta que ajuda a calcular o preço do aluguel

Agora você pode calcular o preço do aluguel de forma rápida e fácil antes de alugar o imóvel. Isso porque, uma startup desenvolveu uma ferramenta on-line capaz de auxiliar o dono de um imóvel a chegar em um preço justo para o futuro inquilino.

O funcionamento é bem simples: a partir do preenchimento de 10 questões rápidas sobre o imóvel, como o número de cômodos e área total, um algoritmo com inteligência artificial cruza características de todas as residências que já passaram pelo site da empresa. Usando o valor aplicado em contrato e métodos estatísticos, a calculadora estabelece um preço médio adequado. Quanto mais imóveis são cadastrados no site, mais preciso é o cálculo.

No momento, a ferramenta está disponível apenas para apartamentos residenciais em São Paulo e na região de Campinas. E a proposta é dar uma superajuda, uma vez que, sabendo o valor médio do aluguel, fica mais fácil para o proprietário fechar negócio. A informação também é útil para os possíveis inquilinos, que saberão os valores estimados dos imóveis e o que esperar das negociações. A grande vantagem é que iniciativas como esta beneficiam o mercado imobiliário, pois os contratos são fechados com facilidade, rapidez e conforto, economizando o tempo dos clientes e do corretor.

6 dicas para comprar seu primeiro apartamento sem fazer dívidas

Comprar um imóvel requer muita pesquisa e paciência, não só para escolher qual o melhor local para fazer o investimento, como também para analisar se as parcelas vão caber no orçamento. É preciso considerar uma série de fatores para não se endividar no fim do mês, principalmente quando for parcelar a compra.

Se você está em dúvida e não sabe por onde começar, fique atento a essas dicas importantes:

  • Economize dinheiro: Esse é o primeiro e mais importante passo. Quando começar a pensar em comprar um imóvel, economize toda a quantia que puder, seja na poupança, seja em forma de investimento. Com uma boa verba no caixa, você pode pagar a maior parte na entrada e deixar as demais parcelas menores;
  • Analise a viabilidade do pagamento: faça uma simulação de quanto custaria a parcela do apartamento que você deseja. Nos meses seguintes, guarde o valor da prestação. Se tiver muita dificuldade ou simplesmente não conseguir, é melhor investir em um imóvel mais barato;
  • Não atrase as prestações: Os juros anuais costumam ser altos e os atrasos podem custar caro no fim das contas. Lembre-se de que o financiamento de um imóvel é uma dívida de valor, ou seja, fazer os pagamentos é imprescindível para não perder a propriedade;
  • Faça cortes e estabeleça prioridades: Para adquirir um bem caro como um apartamento, é preciso cortar gastos de onde for possível. Evite gastos supérfluos e concentre seus esforços em quitar a dívida.
  • Some todos os custos extras: Analise se as parcelas intermediárias (trimestrais, anuais, chaves) e documentação cabem no seu orçamento. Não se esqueça de ler atentamente o contrato da construtora e de tirar todas as suas dúvidas com um corretor antes de fechar o negócio;

Use seu FGTS: Lembre-se de que se for o seu primeiro imóvel, pode usar seu FGTS como parte do pagamento. Além disso, a cada dois anos você pode voltar a utilizar seu saldo para abater o financiamento e, assim, ter o sonho da casa própria realizado muito mais rápido.

Como investir em imóveis para alugar

Investir capital na compra de imóveis que serão destinados à locação é uma forma de ganhar dinheiro duas vezes, a primeira é com a valorização do próprio imóvel e a segunda é com os valores dos aluguéis. Mas para que isso ocorra é bom investir em opções que dê um bom retorno financeiro e que ofereça uma margem de risco baixa. Por isso é importante levar em conta alguns detalhes importantes.

  1. Localização: este é um ponto fundamental, principalmente para quem está à procura de alugar um imóvel. Escolher uma boa localização é certeza de bons resultados. Procure por locais que ofereçam alternativas, como comércio próximo e fácil acesso.
  1. Padrão de moradia: analise se a casa ou apartamento escolhido possui um padrão moderno de moradia. Leve em conta o número de dormitórios, vagas de garagem e qualquer outro fator que facilite a o dia a dia do possível morador. Despesas baixas, como o valor do condomínio de um apartamento, também devem ser consideradas.
  1. Aproveitamento do terreno: essa sugestão é válida para quem pretende comprar um terreno para construir uma casa. Antes de tudo, pense sobre o projeto de construção e em uma forma ter um maior aproveitamento do terreno. Essa é uma boa estratégia para ter um melhor retorno financeiro no futuro.

Comprar uma propriedade com finalidade de investimento, requer pesquisa e análise. Fique atento a todos os detalhes importantes que podem ajudar a captar pessoas interessadas em alugar o imóvel. Assim, você não desperdiça capital e aumenta as possibilidades de retorno do seu investimento.

Comprar um terreno, imóvel usado ou imóvel novo pronto para morar?

Não pagar mais aluguel é o sonho de qualquer pessoa, mas qual a melhor opção na hora de se programar para dar esse passo? É melhor comprar um terreno e ir construindo aos poucos, investir em um imóvel mais antigo e usado, ou adquirir um apartamento novo, que já esteja pronto para morar?

Quando você compra apenas o terreno e resolve fazer as obras pausadamente, os gastos sempre podem ser maiores, pois há um grande risco de se perder no planejamento. Além disso, os preços de materiais vão mudando de acordo com o tempo e a economia do país, assim como a valorização do terreno, o que é bem arriscado.

Um bom exemplo é o momento de instabilidade econômica que vivemos atualmente; se você tivesse comprado um terreno há alguns anos atrás e estivesse tocando as obras pouco a pouco, certamente estaria sentindo a diferença nos valores de materiais para construção. No estado de São Paulo, por exemplo, a variação de preços deste tipo de material encerrou 2015 acumulando alta de 5,15%; o índice é o maior desde 2008, quando a variação anual de preços foi gradativamente aumentando.

Já os imóveis usados podem trazer muita dor de cabeça. Ao comprar um apartamento antigo, você se arrisca por causa da saúde financeira do condomínio como um todo, afinal, por mais que o apartamento tenha acabado de passar por uma boa reforma, contas e problemas podem surgir devido a obras inesperadas, como conserto de elevador, piscina, manutenções gerais e problemas na fiação elétrica.

Também não é segredo que os preços dos imóveis subiram em 2015, por causa da má fase em nossa economia, mas quem compra um imóvel usado e depois se arrepende e quer vendê-lo passa por dificuldades ainda maiores para encontrar comprador, uma vez que a Caixa Econômica Federal reduziu para 50% o valor de financiamento de imóveis usados, o que engessou muito o consumidor.

Por isto, investir em um apartamento novo, pronto para morar, ainda é a melhor opção, ainda que, em um primeiro momento, o valor final seja um pouco mais caro. Isto porque, comprar um imóvel representa fazer um investimento em longo prazo, o que exige critério em sua qualidade de escolha.

Além do mais, a fase na economia tem ajudado os interessados em adquirir um imóvel novo a negociar os valores; em 2015, os preços subiram abaixo da inflação, com variação de 0,9%, ou seja, ficaram mais baratos para comprar. No entanto, seja imóvel novo ou usado, fique atento à forma de pagamento, especialmente às taxas de juros se o seu objetivo for financiar o imóvel.

Uma outra vantagem de adquirir um apartamento é a chance de valorização posterior, pois ainda que a fase na economia nacional não seja boa neste momento, o preço do imóvel pode, ao passar esta fase, melhorar novamente, valorizando-o.

Por que comprar um imóvel em 2015?

Nesta fase de instabilidade política, muita gente se pergunta se este é o melhor momento para comprar um imóvel ou se é melhor esperar. Mas, ainda que o período seja delicado, este é um tipo de investimento com retorno financeiro a médio e longo prazo que pode ser bem fértil quando atrelado à valorização do imóvel.

É claro que é preciso ter cautela, sem gastar mais do que se pode pagar por um apartamento. Por isto, para fazer uma boa negociação, avalie suas finanças e verifique se a oferta disponível para o imóvel atende às necessidades particulares do comprador e do mercado imobiliário.

O momento é ótimo para negociar melhores condições de pagamento e preços no ato da compra, ou no caso de quem já possui alguma economia guardada, oferecer ao banco uma entrada maior para diminuir o custo do financiamento.

Vale reforçar que ainda que o crescimento do setor de imóveis não esteja a todo vapor, o mercado deve se recuperar nos próximos anos e quem investiu em uma casa ou apartamento, por exemplo, poderá ter um bom retorno na relação custo benefício. Afinal, um imóvel é um tipo de bem com tendência a se tornar mais caro ao longo dos anos, permitindo ser revendido para obter lucros futuros.

Financiar um imóvel ou fazer consórcio? Qual a melhor opção?

Entre as formas de alcançar o sonho de ter seu próprio imóvel estão o financiamento e o consórcio. Basicamente, a escolha depende do tempo que você está disposto a esperar para adquirir sua casa ou apartamento. Entenda, abaixo, como funcionam as duas opções e suas principais vantagens:

Financiamento: O banco libera o dinheiro logo após a documentação ser aprovada e o crédito liberado. A partir daí, o cliente começa a pagar o empréstimo em parcelas mensais por um período determinado.

Sua vantagem é que, quem tem pressa de mudar, pode fazê-lo assim que o banco disponibilizar o valor para negociação do imóvel desejado. A desvantagem é que não é certeza que o banco irá aceitar o valor proposto e é muito difícil que os bancos liberem 100% do preço do imóvel; normalmente, o comprador deve ter pelo menos 20% do bem a ser negociado.

Consórcio: O comprador adquire cotas, que são sorteadas mensalmente por todos que contribuem para o fundo. Deste modo, quando é contemplado, recebe o valor integral para adquirir o imóvel, embora continue pagando o consórcio normalmente.

O consórcio pode ser uma alternativa interessante porque, quando sorteado, o comprador recebe o dinheiro todo e pode comprar o imóvel por um preço melhor. Ainda outra vantagem é que o contribuinte não paga juros, apenas as taxas administrativas, que variam de acordo com a administradora. Mas, como principal desvantagem estão os prazos do consórcio que são muito longos e, muitas vezes, o comprador pode ter que esperar até 10 anos até sua vez de ser sorteado.

Mudanças que o novo Plano Diretor traz na hora de escolher um apartamento na planta

De tempos em tempos, um novo Plano Diretor Estratégico entra em vigor, trazendo o conjunto de diretrizes que irá orientar como deve ser o crescimento urbanístico e a distribuição populacional da cidade de São Paulo nos próximos anos.

Como o plano diretor mais recente foi sancionado em 31 de julho de 2014, projetos protocolados anteriores à lei que ainda estão em andamento, não serão afetados pelas novas diretrizes urbanísticas. Porém, novos projetos de edifícios que serão erguidos na capital paulista nos próximos 16 anos encontrarão mudanças bastante significativas. Algumas delas:

Fachadas ativas
Prédios com fachadas ativas, ou seja, que tem estabelecimentos comerciais, prestação de serviços ou atividades institucionais localizadas no térreo receberão incentivos para a construção, o que pode deixar o empreendimento com melhor preço e a área mais valorizada. A ideia é que comércio, emprego e moradia dialoguem mais e que o comércio oferecido pelos estabelecimentos movimente a economia local, com a circulação de mais pedestres.

Vaga de garagem
Dentro dos chamados “Eixos de mobilidade Urbana”, cada unidade residencial poderá contar com uma vaga de garagem; mais do que isso, haverá uma cobrança extra por vagas adicionais. Para empreendimentos não residenciais (hotéis, flats, prédios e centros comerciais), haverá apenas 1 vaga para cada 100m² de área computável. O objetivo é incentivar uma outra cultura em relação à dependência dos carros, aproveitando melhor o uso de carros particulares e estimulando o uso de outros veículos para transporte, como metrô e ônibus.

Altura dos prédios
O novo plano diretor busca reordenar a construção de prédios altos na cidade. Por isto, zonas que são estritamente residenciais terão um limite de altura: nos miolos dos bairros, os novos edifícios poderão ter até 28 metros, evitando “espigões” ao lado de sobrados e casas. Prédios mais altos ficarão concentrados próximo a eixos de transporte de massa.

Como declarar compra e venda de imóveis no imposto de renda

Separe os documentos que comprovam o negócio feito com seu imóvel, tais como escritura e comprovantes de pagamento; é hora de fazer a declaração do imposto de renda e é preciso se organizar e estar atento, para não se atrapalhar.

O prazo para entrega da declaração do IR 2015 à Receita Federal começou no início de março e vai até o dia 30 de abril. O fisco se refere ao ano de 2014 e a menos que você seja qualificado como isento, deve declarar o imposto de renda, sob risco de multa mínima por atraso de entrega de R$ 165,74 e máxima de 20% do imposto devido.

Se você tem um patrimônio imobiliário, precisa prestar as informações relativas na pasta de “Bens e Direitos”. Atenção, mesmo que o imóvel tenha sido declarado nos anos anteriores, se o bem continuar sob a mesma propriedade, deve constar novamente na declaração atual. Confira abaixo algumas dicas para preencher a declaração do IR em caso de compra e venda de imóveis.

Preciso declarar a compra do imóvel

Todas as aquisições de imóveis feitas em 2014 devem constar na ficha “Bens e Direitos”, da declaração do Imposto de Renda, incluindo as compras feitas por meio de um “Contrato de Gaveta”, que é quando a negociação ainda não está registrada no cartório.

Será preciso informar o valor pago pelo imóvel no ano vigente, mas, se você não comprou o imóvel à vista, coloque o número de parcelas e prestações da compra do bem financiado, bem como os credores com o CNPJ e o saldo devedor.

Também será necessário incluir detalhes sobre sua propriedade em “Declaração de Bens e Direitos”. Entre as especificações pedidas no item “Discriminação”, pede-se endereço, metragem, número da matrícula e o Cartório de Registro de Imóveis, além de nome do vendedor com o CPF ou CNPJ.

Lembrando que se o bem foi adquirido nos anos anteriores, não há necessidade de preencher toda a declaração novamente, você pode apenas importar a antiga. Além disso, não se paga imposto de renda pela aquisição de imóveis, apenas o ITBI (Imposto de Transmissão de Bens Imóveis), que normalmente é cobrado na hora de registrar a escritura.

Preciso declarar a venda do imóvel

Caso você tenha vendido um imóvel, utilize o programa que calcula o lucro obtido antes de fazer a declaração do imposto de renda. Para isto, será necessário informar no GCAP (Programa Ganhos de Capital) os dados de quem negociou, além de informações referentes ao imóvel, como os custos de aquisição e a forma de pagamento.

Feito isso, seus dados poderão ser importados no programa de declaração do imposto de renda, para que as fichas preenchidas, como “Rendimentos Tributados Exclusivamente na Fonte” e “Rendimentos Isentos e Não Tributáveis”, sejam transferidas automaticamente.

Atenção, quando há lucro na negociação do imóvel, você precisa pagar 15% sobre o valor da diferença entre o preço pago na compra e o preço de venda, até o fim do mês seguinte ao recebimento. Exceção apenas para quem usa o dinheiro da venda para a compra de outro imóvel, no máximo, até seis meses depois; neste caso, o contribuinte ganha isenção.

Assim como na compra, o vendedor deve informar no campo “Discriminação”, da ficha “Bens e Direitos”, o código do tipo de imóvel e descrever data e forma da venda, bem como valor da propriedade, total recebido e dados do comprador. E importante, se a venda é a prazo, inclua o imóvel na ficha “Bens e Direitos” com o código “52 – Código decorrente de alienação”, ou seja, quando falta uma parte para receber da negociação. (Com informações da UOL Economia – Especial Imposto de Renda)