Wellbeing no mercado imobiliário: o que o conceito significa na prática

Circuito de bem-estar com piscina aquecida e área de repouso

Wellbeing no mercado imobiliário: o que o conceito significa na prática

O que é wellbeing no mercado imobiliário, como o conceito se diferencia de wellness e por que ele depende diretamente da qualidade de entrega da obra.

Wellbeing é um conceito que exige bem mais do que a palavra sugere. Ele descreve o efeito acumulado do ambiente construído sobre a saúde de quem vive nele, medido em um considerável período de tempo e não em um breve momento vivido.

A origem está na hotelaria de recuperação e na medicina preventiva. Hotéis wellness organizam o edifício inteiro em torno de um objetivo clínico, com controle acústico severo, blackout real, temperatura estável e iluminação ajustada ao ritmo circadiano do hóspede.

E quando essa lógica migra para o residencial, a régua sobe. Wellbeing passa a tratar do que o morador sente ao longo das 24 horas do dia. Isso depende de decisões tomadas muito antes do desenho da área de lazer, na compra do terreno, no recuo em relação à avenida, na orientação solar das fachadas, na espessura da laje, na especificação da esquadria. E o padrão se eleva ainda mais, quando uma área de lazer com curadoria entra nessa conta.

O conceito aparece longe do spa

A cena é conhecida de quem mora em São Paulo. A pessoa treina depois do expediente, atravessa a cidade, chega em casa às nove da noite e ouve o cachorro do vizinho de cima andando sobre a laje. Do lado de fora, buzina e freio de ônibus. O ganho da última hora se desfaz nos primeiros quinze minutos dentro de casa.

JUP 18 Piscina Coberta P2

Wellbeing se reconhece nas situações opostas, todas banais. A janela fechada devolve silêncio de fato, e não uma atenuação parcial do ruído da avenida. A condensadora atende o quarto sem zumbido constante. A prumada hidráulica não anuncia o horário do banho do apartamento vizinho. O elevador chega em tempo civilizado às oito da manhã. A fachada segue sem manchas no quinto ano. O rateio do condomínio não sobe por causa de um sistema mal dimensionado na origem.

Nada disso aparece em perspectiva de lançamento, e tudo isso determina a qualidade do sono na terça-feira comum.

Silêncio é item de projeto, não sorte do comprador

O sono é o indicador mais sensível dessa equação. Microdespertares provocados por ruído de impacto fragmentam a noite sem registro consciente, e o débito acumulado atinge memória, humor, regulação de apetite e resposta imunológica.

A NBR 15575, norma brasileira de desempenho de edificações habitacionais, fixa níveis para isolamento acústico entre unidades, desempenho térmico da envoltória e durabilidade dos sistemas. São patamares mínimos de conformidade. O território do wellbeing começa acima deles, em decisões que encarecem a obra e não rendem argumento de venda imediato: tratamento acústico de laje, contramarco bem executado, vedação criteriosa de esquadria, dimensionamento generoso de prumadas.

Sem entrega impecável, o conceito não se sustenta

Qualquer incorporadora anuncia itens de wellness em memorial descritivo. Sustentar a promessa depois das chaves é outro trabalho, porque o morador verifica o resultado todos os dias, por conta própria, sem intermediação de corretor.

Um edifício com sauna, spa, piscina aquecida e recovery room concentra sistemas complexos e caros de manter. Executados sem rigor, esses ambientes migram para o rateio, ficam desligados e terminam fechados no terceiro ano de condomínio. Executados com rigor, e acompanhados de assistência técnica que responde e de equipamentos com peça de reposição disponível daqui a uma década, sustentam a rotina que motivou a compra.

Daí a razão de o discurso de bem-estar só valer acompanhado de histórico. A Fraiha atua no alto padrão paulistano desde 1972, com mais de 40 empreendimentos entregues em endereços como Alto de Pinheiros, Moema e Pinheiros. A Credibilidade Fraiha reúne a comparação entre a perspectiva vendida e a obra pronta, empreendimento por empreendimento. É essa régua construtiva que permite à empresa tratar wellbeing como categoria de produto.

Como o conceito se materializa no Ybirá

Em Moema, a Fraiha lança duas torres concebidas com o bem-estar como critério desde o estudo de massa. A curadoria de wellness é de Tania Ginjas, 25 anos de atuação e mais de 40 projetos de spa e bem-estar, entre eles o Cidade Matarazzo, Fasano e Copacabana Palace. E, a partir de novembro, os projetos do Fraiha Ybirá se tornarão parte desse seleto grupo.

O Chibarás organiza um Wellness Therapy Center com performance pool de 25 metros e jatos longitudinais, wellness recovery room com contraste de gelo e toalhas aquecidas, sauna finlandesa entre 70°C e 90°C, vitality pool, cold pool de 8°C a 12°C, sensorial lounge, quiet lounge e o Outdoor Studio Mind & Body. São 48 unidades de 194 m² com três suítes, duas por pavimento, em terreno de esquina de 1.600 m².

O Jurupis reúne suíte termal com duas experiências de calor, vitality pool, cold pool, sensory shower, performance pool de 20 metros, beauty studio, pilates e recovery lounge com sauna infravermelha. A Torre A traz unidades de 166 m² com três suítes, e a Torre B, unidades de 103 m² com duas suítes, também duas por andar. Gerador full nas duas torres mantém a estrutura em operação durante falta de energia na rua.

“A nossa principal preocupação ao criar o Fraiha Ybirá Chibarás e Jurupis foi dar um universo de circuitos, de verdadeiras trilhas de bem-estar, que pudesse atender tantas expectativas de beleza, de bem-estar e de performance”, diz Tania Ginjas.

Conheça os empreendimentos Fraiha ou converse com um especialista para visitar as duas torres de Moema.

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