O pickleball vive o momento mais expressivo de sua história. Criado em 1965 na ilha de Bainbridge, perto de Seattle, como uma brincadeira de verão entre famílias, o jogo que mistura tênis, badminton e tênis de mesa figura há anos consecutivos como o esporte que mais cresce nos Estados Unidos. Em São Paulo, o movimento é visível: quadras surgem em clubes tradicionais, arenas dedicadas e, agora, dentro de empreendimentos residenciais de alto padrão.
O crescimento faz sentido para quem já pisou em uma quadra. O jogo prende no primeiro contato e revela camadas conforme o praticante evolui. E entrega algo que o tênis raramente permite: pessoas de níveis e idades diferentes se divertindo de verdade na mesma partida.
O que é pickleball?
O pickleball é disputado em uma quadra de 13,4 por 6,1 metros, com rede baixa, raquetes sólidas e uma bola plástica perfurada. O saque é executado por baixo e a maioria das partidas acontece em duplas. Perto da rede, uma faixa de 2,13 metros conhecida como “kitchen” proíbe voleios.
Essa regra muda tudo. Como a quadra é pequena e a bola perde velocidade no ar, os ralis se alongam e o ponto passa a ser construído com posicionamento e paciência. Potência resolve menos do que se imagina. Daí o lema que acompanha o esporte desde a origem: fácil de aprender, difícil de dominar.
Por que o mundo aderiu tão rápido
A curva de aprendizado é curta. Em uma única sessão, o iniciante já sustenta ralis e entende a pontuação. O que segura as pessoas na quadra depois disso é outra coisa: avós jogam com netos em condições reais de equilíbrio, as partidas são rápidas, as duplas giram, e a quadra vira ponto de encontro antes de virar competição.
Do ponto de vista físico, o pickleball entrega exercício cardiovascular consistente com menos impacto articular que o tênis ou o squash. Médicos do esporte apontam a modalidade como porta de reentrada para adultos que haviam abandonado a prática esportiva anos atrás.
A quadra no próprio prédio muda a relação com o esporte
Quem já joga em São Paulo conhece a maior barreira da modalidade: conseguir quadra. Reservar horário em arena virou disputa, e o deslocamento no trânsito desanima até o praticante mais fiel. A prática, que deveria ser prazer, vira logística.
O 145/Vianna, empreendimento da Fraiha na Rua Cristiano Viana, entre Pinheiros e Jardins, resolve essa equação dentro de casa. São apenas 57 residências, de 207 e 263 m², e a quadra de pickleball fica ao lado da de beach tennis, no mesmo conjunto de lazer que inclui piscina com raia de 25 metros, academia ampla e espaço wellness com sauna e sala de massagem. Tudo desenhado sob medida, dentro do conceito tailor-made que orienta o edifício.
A escolha da modalidade diz muito sobre o projeto. Enquanto boa parte do mercado repete o mesmo cardápio de amenidades, a Fraiha incluiu no programa um esporte que as famílias de alto padrão efetivamente praticam hoje. Uma partida antes do trabalho deixa de ser projeto e vira rotina.
Bem-estar como decisão de projeto
Existe uma lógica maior por trás da quadra. Na visão de wellbeing que orienta os projetos da Fraiha, morar bem também significa ter oportunidades reais de movimento no cotidiano, sem depender de força de vontade extraordinária. Quando a estrutura esportiva está a poucos andares de distância, a vida ativa vira consequência do próprio endereço.
Cada ambiente do programa de lazer dos empreendimentos Fraiha nasce de um uso real, com a qualidade de execução que a Credibilidade Fraiha documenta há mais de 50 anos nos comparativos entre perspectiva e realidade de cada entrega.
Comece pelo saque por baixo
Para quem nunca jogou, fica o convite: trinta minutos de quadra explicam o fenômeno melhor que qualquer texto. E quem já vive a estratégia da kitchen sabe medir o valor de ter a quadra a um elevador de distância, disponível todos os dias.
No 145/Vianna, essa possibilidade faz parte do projeto. Converse com um especialista Fraiha e conheça o empreendimento de perto.


